Como sua empresa precisa se adequar agora — e como a MConsult pode ajudar!
A partir de 2026, as empresas brasileiras não entregam mais a DIRF no modelo anual tradicional.
A obrigação foi extinta para os fatos geradores ocorridos desde janeiro de 2025, e agora, em 2026, esse novo modelo já está em pleno funcionamento.
Isso significa que não existe mais aquela “entrega anual para ajuste”. Todas as informações que antes eram concentradas na DIRF agora precisam estar corretas mês a mês, via eSocial e EFD-Reinf.
Em outras palavras: 2026 é o primeiro ano em que as empresas vivem, de fato, sem DIRF.
E isso muda bastante coisa.
🔄 O que substitui a DIRF a partir de agora:
Em 2026, a DIRF já foi completamente substituída por:
eSocial — para dados de rendimentos pagos, folha, IRRF sobre remuneração, dependentes, pensões, deduções etc.
EFD-Reinf — para retenções sobre serviços tomados/prestados, pessoas físicas sem vínculo, pessoas jurídicas e outros rendimentos.
Esses dois sistemas assumiram integralmente o papel da DIRF, mas com uma diferença fundamental:
👉 o controle agora é contínuo, mensal e automático — não mais anual e corretivo.
Isso exige uma mudança de mentalidade, processo e tecnologia.
🧩 O impacto real disso no Protheus em 2026:
Para quem utiliza o ERP Protheus, especialmente os módulos de RH (GPE) e Fiscal, o impacto não é apenas técnico — é operacional e estratégico.
Em 2026, o Protheus precisa garantir que:
Os eventos do eSocial e EFD-Reinf estejam corretos todo mês;
Os cadastros estejam completos, atualizados e consistentes;
As parametrizações estejam alinhadas ao novo modelo de apuração e entrega.
Não existe mais “ajuste no fim do ano”.
Se o dado estiver errado em janeiro, ele já estará errado na Receita em janeiro.
📌 Principais pontos que as empresas precisam revisar agora em 2026:
1️⃣ Cadastros sensíveis no Protheus
Agora são críticos:
Dependentes (CPF, vínculo, tipo de dependência);
Pensão alimentícia (percentuais, beneficiários, incidências);
Previdência complementar;
Plano de saúde e reembolsos;
Deduções de IRRF.
Tudo isso precisa estar parametrizado corretamente no Protheus, porque é o que alimenta o eSocial.
2️⃣ Rubricas e incidências fiscais
As rubricas precisam estar:
Com incidência correta de IRRF;
Classificadas corretamente para o eSocial;
Sem uso de lançamentos manuais fora do padrão.
Rubrica errada = evento errado = informação errada na Receita.
3️⃣ Correções agora são mensais (não mais anuais)
Se houver erro:
Não se espera mais “fechar o ano” para corrigir;
É necessário reabrir os períodos, ajustar os dados e reenviar os eventos.
Empresas que ainda operam com lógica anual tendem a acumular inconsistências rapidamente.
⚠️ Riscos de não se adequar em 2026:
Quem não se adequar agora corre risco de:
Ter inconsistências entre folha, fiscal e Receita Federal;
Gerar Informes de Rendimentos incorretos para colaboradores;
Sofrer questionamentos, fiscalizações ou autuações;
Perder confiabilidade nos dados internos e no compliance.
O sistema do governo agora “vê” a empresa em tempo real.
🚀 Como a MConsult ajuda nessa transição:
A MConsult atua exatamente onde essa mudança mais dói — na interseção entre processo, sistema e obrigação legal.
Ajudamos sua empresa com:
✔ Diagnóstico do Protheus
Mapeamos cadastros, rubricas, parametrizações e integrações que impactam eSocial e EFD-Reinf.
✔ Adequação técnica do sistema
Ajustamos regras, incidências, cadastros e fluxos para garantir conformidade mensal.
✔ Estratégia de correção e saneamento de dados
Organizamos o que já foi enviado, o que precisa ser corrigido e como ajustar sem gerar retrabalho.
✔ Governança e treinamento das equipes
Para que RH, Fiscal e Financeiro operem com segurança no novo modelo.
✨ Conclusão:
O fim da DIRF não é mais uma novidade — é a realidade operacional de 2026.
As empresas que tratam isso apenas como “uma mudança de obrigação” tendem a sofrer com retrabalho, risco fiscal e dados frágeis.
As empresas que tratam isso como uma evolução de governança digital e fiscal ganham eficiência, previsibilidade e controle.
E é exatamente aí que a MConsult entra: para transformar essa mudança obrigatória em vantagem estratégica.
👉FALE COM UM ESPECIALISTA MCONSULT AGORA!


